Post by Universidade Estadual de Campinas

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Três décadas após o surgimento da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, em 1997, um projeto do Núcleo de Estudos de Gênero Pagu da Unicamp irá documentar essa trajetória para propor seu reconhecimento como patrimônio cultural brasileiro. Em parceria com a Associação da Parada do Orgulho LGBT+ (APOLGBT-SP), a pesquisa reunirá entrevistas, fotos, textos e documentos audiovisuais dispersos em um fundo de memória no Arquivo Edgard Leuenroth (AEL). A iniciativa, coordenada por Regina Facchini, recupera a história de um movimento que hoje inspira outras 315 paradas pelo país e que, segundo a antropóloga, corre o risco de se perder. Por isso, “os 30 anos representam também um momento de cuidar dessa história”. Para o professor emérito Antonio Augusto Arantes Neto, acolher esse acervo na universidade garante que futuras pesquisas compreendam a história das lutas por direitos e das transformações sociais no país. Confira a matéria completa no Jornal da Unicamp.

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