Post by Sciensa
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Qual é a diferença entre um agente de IA que funciona e um que fica preso no piloto? Quase nunca é o modelo. Existe uma equação simples que aparece em toda conversa séria sobre agentes de IA hoje: agente = modelo + harness. O modelo é a peça que todo mundo discute, a mais visível. O harness é invisível até o sistema começar a dar problema em produção. O problema é que o modelo sozinho pensa bem, mas esquece tudo quando a conversa acaba. Entre uma sessão e outra, ele começa do zero: sem memória do que você pediu ontem, sem acesso ao seu sistema, sem visibilidade do CRM, sem conhecimento das regras de aprovação da empresa. Tudo que está fora dessa janela de contexto precisa estar em algum lugar. Esse lugar é o harness. O harness tem seis componentes que o modelo sozinho não tem. Orquestração coordena a sequência de passos. Memória e contexto garantem que o sistema sabe o que já aconteceu, sem recomeçar do zero a cada sessão. Ferramentas permitem que o agente interaja com sistemas reais, não apenas responda em texto. Guardrails definem os limites de comportamento. Verificação valida as saídas antes de qualquer ação ser executada. E observabilidade dá visibilidade do que está acontecendo em produção antes que a falha chegue ao usuário. Quando o agente falha, o reflexo comum é trocar o modelo por um mais novo. Em quase todos esses casos, o modelo não era o problema. O que estava errado era o harness. Modelos novos saem toda semana. O harness é o que você vai melhorando conforme a operação amadurece, e é onde o investimento real acumula. Quando você entende isso, a pergunta muda: para de ser "qual modelo usar" e passa a ser "qual harness esse sistema precisa pra rodar em produção". Se a pergunta for como montar isso no nível enterprise, com governança, auditoria e deployment regulado, vale conversar com a equipe da Sciensa. A Tessera foi construída exatamente pra esses contextos. #agentesIA