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Num tempo em que a informação pode significar a diferença entre o medo e a confiança, o papel do jornalismo torna-se não apenas relevante, mas, acima de tudo, essencial. Cabe à comunicação social a responsabilidade de combater a desinformação e de aproximar os cidadãos de temas que influenciam diretamente as suas vidas. É neste contexto que surge o Prémio de Jornalismo em Saúde, entregue anualmente pela APIFARMA - Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica e o Clube de Jornalistas, que voltam a reconhecer o contributo da RTP na forma como informa, esclarece e dá visibilidade a temas de interesse público. A reportagem “A aldeia onde o esquecimento pode viver”, exibida no programa Linha da Frente, venceu a 10ª edição do Prémio de Jornalismo em Saúde na categoria de Televisão. Um trabalho da jornalista Paula Martinho da Silva que revelou um modelo de cuidados de saúde revolucionário. Numa aldeia pensada para pessoas com Alzheimer, situada no sul de França, 120 pessoas vivem com uma dignidade e autonomia que desafiam o modelo institucional tradicional. A equipa da RTP dá a conhecer uma nova forma de cuidar, centrada na pessoa e na preservação da sua identidade, mostrando que é possível viver com a doença sem abdicar da qualidade de vida. A APIFARMA e o Clube de Jornalistas reconhecem o contributo da RTP na promoção de um jornalismo rigoroso e humano. Para a jornalista Paula Martinho da Silva, “𝗿𝗲𝗰𝗲𝗯𝗲𝗿 𝗲𝘀𝘁𝗲 𝗿𝗲𝗰𝗼𝗻𝗵𝗲𝗰𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗿𝗲𝗳𝗼𝗿𝗰̧𝗮 𝗮 𝗰𝗼𝗻𝘃𝗶𝗰𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗲 𝗾𝘂𝗲 𝗼 𝗷𝗼𝗿𝗻𝗮𝗹𝗶𝘀𝗺𝗼 𝘁𝗲𝗺 𝘂𝗺 𝗽𝗮𝗽𝗲𝗹 𝗳𝘂𝗻𝗱𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗮𝗹 𝗻𝗮 𝗱𝗶𝘃𝘂𝗹𝗴𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗲 𝘀𝗼𝗹𝘂𝗰̧𝗼̃𝗲𝘀 𝗶𝗻𝗼𝘃𝗮𝗱𝗼𝗿𝗮𝘀 𝗾𝘂𝗲 𝗰𝗼𝗺𝗯𝗶𝗻𝗮𝗺 𝗼 𝗿𝗶𝗴𝗼𝗿 𝗰𝗶𝗲𝗻𝘁𝗶́𝗳𝗶𝗰𝗼 𝗰𝗼𝗺 𝗮 𝗵𝘂𝗺𝗮𝗻𝗶𝘇𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗼𝘀 𝗰𝘂𝗶𝗱𝗮𝗱𝗼𝘀. 𝗢𝘀 𝗿𝗲𝘀𝘂𝗹𝘁𝗮𝗱𝗼𝘀 𝗱𝗲𝘀𝘁𝗲 𝗽𝗿𝗼𝗷𝗲𝘁𝗼, 𝗰𝗼𝗺𝗼 𝗮 𝗿𝗲𝗱𝘂𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗮 𝗮𝗻𝘀𝗶𝗲𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗲 𝗼 𝗮𝗯𝗿𝗮𝗻𝗱𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗱𝗮 𝗱𝗼𝗲𝗻𝗰̧𝗮, 𝘀𝗮̃𝗼 𝗹𝗶𝗰̧𝗼̃𝗲𝘀 𝘃𝗮𝗹𝗶𝗼𝘀𝗮𝘀 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗼 𝗳𝘂𝘁𝘂𝗿𝗼 𝗱𝗮 𝘀𝗮𝘂́𝗱𝗲 𝗺𝗲𝗻𝘁𝗮𝗹 𝗲 𝗱𝗼 𝗮𝗽𝗼𝗶𝗼 𝗮𝗼 𝗲𝗻𝘃𝗲𝗹𝗵𝗲𝗰𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼”. A reportagem “A aldeia onde o esquecimento pode viver” é da autoria de Paula Martinho da Silva, com imagem de David Araújo e edição de Maria Queirós. Pode rever este trabalho jornalístico através da RTP play.

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