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A RTP repensou a sua arquitetura de marca como um passo estratégico para reforçar o papel do Serviço Público de Media: mais atual, mais próximo e preparado para o futuro. Conversámos com Marina Ramos, diretora de Marketing e Comunicação da RTP, sobre os desafios deste processo de rebranding. 𝗣𝗼𝗿 𝗾𝘂𝗲 𝗲𝘀𝘁𝗲 𝗲́ 𝗼 𝗺𝗼𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗰𝗲𝗿𝘁𝗼 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗮 𝗥𝗧𝗣 𝗹𝗮𝗻𝗰̧𝗮𝗿 𝘂𝗺𝗮 𝗻𝗼𝘃𝗮 𝗮𝗿𝗾𝘂𝗶𝘁𝗲𝘁𝘂𝗿𝗮 𝗱𝗲 𝗺𝗮𝗿𝗰𝗮? Este momento culmina um trabalho de reflexão da RTP de ano e meio. Num tempo de alteração de modos de consumo de media tão rápido, com uma multiplicação de meios de informação e conteúdos tão diversificado, importa dar mais força aos conteúdos do Serviço Público de Media. Sejam de televisão, de rádio ou digitais. 𝗤𝘂𝗲 𝗼𝗯𝗷𝗲𝘁𝗶𝘃𝗼𝘀 𝗳𝗼𝗿𝗮𝗺 𝗶𝗱𝗲𝗻𝘁𝗶𝗳𝗶𝗰𝗮𝗱𝗼𝘀 𝗻𝗼 𝗽𝗿𝗼𝗰𝗲𝘀𝘀𝗼 𝗱𝗲 𝗿𝗲𝗯𝗿𝗮𝗻𝗱𝗶𝗻𝗴 𝗱𝗮 𝗥𝗧𝗣? O objetivo é modernizar a marca RTP e todas as submarcas do Serviço Público de Media (o último rebranding aconteceu em 2015), dando maior destaque ao nome RTP, tornando-o central na nova arquitetura de marca. Todos, rádio, televisão e digital, fazemos parte do Serviço Público de Media. Somos todos RTP! 𝗔𝗼 𝗿𝗲𝗻𝗼𝘃𝗮𝗿 𝗮 𝗺𝗮𝗿𝗰𝗮, 𝗾𝘂𝗲 𝘁𝗿𝗮𝗰̧𝗼𝘀 𝗱𝗮 𝗥𝗧𝗣 𝗳𝗼𝗿𝗮𝗺 𝗰𝗼𝗻𝘀𝗶𝗱𝗲𝗿𝗮𝗱𝗼𝘀 𝗲𝘀𝘀𝗲𝗻𝗰𝗶𝗮𝗶𝘀 𝗲 𝗽𝗼𝗿𝗾𝘂𝗲̂? A tendência recente das marcas é a da simplificação dos logos. Por isso, a agência Ivity Brands, que nos ajudou neste projeto, depois de muita reflexão, propôs-nos o foco nas letras RTP – Rádio e Televisão de Portugal. Está cá tudo… mantemos o nome e damos-lhe maior destaque. 𝗣𝗼𝗿𝗾𝘂𝗲̂ 𝗮 𝗮𝗽𝗿𝗼𝘅𝗶𝗺𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗲𝗻𝘁𝗿𝗲 𝗮 𝗿𝗮́𝗱𝗶𝗼 𝗲 𝗮 𝘁𝗲𝗹𝗲𝘃𝗶𝘀𝗮̃𝗼 𝗻𝗮 𝗻𝗼𝘃𝗮 𝗮𝗿𝗾𝘂𝗶𝘁𝗲𝘁𝘂𝗿𝗮 𝗱𝗲 𝗺𝗮𝗿𝗰𝗮? Ao fim de mais de 20 anos após a junção de duas empresas antes separadas, a de rádio e de televisão na RTP e com o fim da RDP, entendemos que era tempo de dar um passo em frente. Os consumidores são confrontados ao longo do dia com imensas marcas de media, a concorrência está dentro e fora de Portugal. Ora aproximar as marcas de rádio às da televisão e ao digital, debaixo da marca forte do serviço público a que todos pertencemos – RTP, torna-nos mais fortes. O que queremos é reforçar a nossa presença no digital, torná-la mais forte e coerente e a aproximação das diferentes submarcas à marca mãe ajuda a potenciar esse objetivo. 𝗤𝘂𝗲 𝗶𝗺𝗽𝗮𝗰𝘁𝗼 𝗲𝘀𝘁𝗿𝗮𝘁𝗲́𝗴𝗶𝗰𝗼 𝗮 𝗥𝗧𝗣 𝗲𝘀𝗽𝗲𝗿𝗮 𝗮𝗹𝗰𝗮𝗻𝗰̧𝗮𝗿 𝗰𝗼𝗺 𝗲𝘀𝘁𝗮 𝗺𝘂𝗱𝗮𝗻𝗰̧𝗮? Queremos que os nossos consumidores continuem a confiar na qualidade e credibilidade dos conteúdos da RTP, rádio, televisão ou digital, e que nos vejam mais modernos e mais fortes. Vejam o exemplo da RTP notícias, a primeira a mudar em outubro do ano passado: a credibilidade de sempre, com uma imagem mais moderna. Aproveito para salientar o trabalho incansável de um conjunto de equipas internas da RTP que, em conjunto com a Ivity, trabalharam intensamente para chegarmos até aqui.

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