Post by Felipe B.

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Não será surpreeendente se os próximos 3 submarinos Scorpène da Argentina vierem a ser produzidos no ICN - Itaguaí Construções Navais, em acordo entre o NAVAL GROUP (França) e os governos Lula e Milei. Vantagens para a Argentina: ✔️ custo ✔️ alta tecnologia ✔️ parceria estratégica com a maior força naval regional ✔️ manutenção e engenharia reparadora no hemisfério sul Vantagens para o Brasil: ✔️ 💲 ✔️ milhares de empregos diretos e indiretos ✔️ expansão da atual cadeia de suprimentos, com novos fornecedores ✔️ fortalecimento da capacidade industrial do estaleiro mais sofisticado da América Latina A Argentina precisa de submarinos novos com urgência, já que seu litoral segue desprotegido contra ameaças estrangeiras, incluindo aquelas no âmbito comercial, como a pesca ilegal, mas também no campo estratégico, na proteção de sua produção offshore de petroleo e gás, como nos novos poços Fenix, parte do campo Cuenca Marina Austral, na Terra do Fogo. A Argentina não opera submersíveis no patrulhamento de seuas águas territoriais desde o afundamento entre Ushuaia e Mar del Plata do submarino ARA San Juan, em 15/11/2017, que deixou 44 marinheiros para sempre no fundo do mar. Além da França, a Alemanha está de olho neste negócio, com a oferta de 3 submarinos fabricados pelo estaleiro TKMS, com financiamento a perder de vista. Não custa lembrar que a empresa alemã é sócia das brasileiras Embraer e da Atech no consórcio que gerou o estaleiro Águas Azuis Construções Navais SPE, no qual são construídos os navios de guerra mais modernos do Brasil, as fragatas Tamandaré. Teríamos duas frentes de produção de subamarinos em território brasileiro? O atual contrato com o NAVAL GROUP com o Ministério da Defesa permitiria este tipo de composição tecnológica inédita, com duas tecnologias de submarinos europeus concorrentes produzindo simultaneamente no Brasil? Já peguei a 🍿...

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