Post by Murillo Camarotto

Journalist at Valor Econômico | Researcher at Reuters Institute for the Study of Journalism

Muniz Sodré faz uma analogia horripilante sobre o episódio da moça jogada de uma ponte em SP. Ele vê “o país a caminho de um voo instagramável sobre o abismo, sem cordas de sustentação, carregado por sujeitos de um apagão adverso”. Mais adiante, lembra que o “grupo inclui o cidadão anestesiado”. No final, um fio de esperança: “Houve quem gritasse pelas cordas”. Hoje, na Folha de S.Paulo https://lnkd.in/dKQhsSwp

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