Post by Lucas Schwichtemberg

Founder and CEO of HimmelCORP E-Solutions | Expert in E-Commerce Sales | Speaker on Retail Media for Marketplaces | Expert in Strategic Advisory for Major Brands | Expert in Advertising for Marketplaces

🚨 O Mercado Livre comprou uma farmácia em São Paulo. Muita gente passou batido. Eu não. Porque não é sobre balcão. É sobre estratégia. 👉 Segundo a Anvisa, na resolução RDC 44/2009, só pode vender remédio online quem tem farmácia licenciada e farmacêutico responsável. 👉 Segundo o InvestNews, a operação foi feita via K2I Intermediação, ligada à Kangu. 👉 Em outras palavras: o MELI não comprou uma drogaria. Comprou a chave da porta. Agora pense na Amazon. Quando ela lançou sua farmácia online em 2020, os concorrentes perderam US$ 22 bilhões em valor de mercado em um único dia. Segundo a AboutAmazon, no artigo “Amazon launches RxPass subscription”, nasceu o RxPass: US$ 5/mês para genéricos mais usados. Segundo a AboutAmazon, já existem entregas no mesmo dia em grandes cidades. Isso não é sobre remédio. É sobre conveniência. É sobre fidelização. É sobre recorrência. E aqui está o que quase ninguém percebeu: O Mercado Livre não comprou uma farmácia. Comprou tempo para aprender. Um laboratório para destravar o mercado de saúde digital no Brasil. Hoje é um balcão no Jabaquara. Amanhã pode ser o embrião de um “Prime Pharmacy” latino. Segundo a Exame, as ações da RD Saúde caem 6%”, a Raia Drogasil perdeu quase 6% de valor de mercado no mesmo dia. O mercado sentiu o golpe. E você? Já entendeu o que vem pela frente? Agora eu te pergunto: Você acredita que o MELI vai criar o “RxPass brasileiro” ou o setor vai tentar blindar a disrupção?

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