Post by Itaú Unibanco
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A relevância econômica, social e cultural traz consigo uma responsabilidade proporcional. No Itaú Unibanco, lidamos diariamente com a complexidade de uma operação que impacta milhões de pessoas e bilhões de transações. Falhas e debates regulatórios podem ocorrer — e nossa postura é resolvê-los nos fóruns cabíveis, com rigor técnico e respeito às instituições. O que sustenta nossa relação com a sociedade é a transparência ao reconhecer erros e a rapidez para repará-los. Essa mesma clareza orienta nossa relação com a imprensa. Atuamos de forma colaborativa, transparente e tempestiva, disponibilizando dados, relatórios, porta-vozes e notas, sem nos furtar dos temas mais sensíveis. Defendemos a liberdade de imprensa, o livre acesso às fontes e o sigilo profissional. A liberdade de informar, no entanto, exige a responsabilidade de apurar com rigor. Mantivemos, por anos, um relacionamento colaborativo com um veículo específico. Em meados de abril de 2026, essa dinâmica mudou. Em 70 dias, foram publicadas 42 matérias e cerca de 50 de posts em redes sociais com informações distorcidas e sem o espaço de resposta condizente com a prática jornalística. Por isso, no exercício de um direito legítimo e constitucional, lançamos o Factópoles. O espaço não substitui o jornalismo nem checa notícias falsas do cotidiano — para isso, temos o ÉFake (https://lnkd.in/dNbHEAmu). O Factópoles, por sua vez, é um registro público dos nossos posicionamentos oficiais, com os dados e as contextualizações omitidos ou desconsiderados na apuração original. O banco respeita o jornalismo investigativo que aponta falhas. O limite que estabelecemos é o da legalidade, das normas éticas e do equilíbrio no debate público. A transparência dos fatos interessa a todos. A partir de agora, nossa visão estará formalmente registrada aqui: https://lnkd.in/dJ4G6f5f