Post by Claudio Suenaga
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Saul Alinsky: o Diabo que Ensinou a Esquerda a Destruir a Civilização com um Sorriso e um Livro de Regras: https://lnkd.in/dEUZB_tF Saul David Alinsky nasceu em 1909 no gueto judeu de Chicago e morreu em 1972, mas seu espírito continua vivo, mais venenoso do que nunca, infiltrado nas veias da política ocidental como um veneno de ação lenta. Apresentado pelos seus admiradores como mero “organizador comunitário”, Alinsky foi, na verdade, o Maquiavel do século XX, o teórico que transformou o ressentimento em método, o ódio de classe em técnica e a subversão em profissão. Seus dois livros — Reveille for Radicals (1946) e, sobretudo, Rules for Radicals (1971) — não são manuais de empoderamento popular; são catecismos do poder puro, desprovidos de qualquer referência a Deus, à pátria ou à moral tradicional. O segundo volume, aliás, é dedicado explicitamente a “o primeiro radical conhecido pelo homem que ganhou seu próprio reino — Lúcifer”. Não é metáfora. É confissão. Alinsky não inventou a revolução; ele a refinou para a era da democracia de massas. Enquanto Marx sonhava com o proletariado industrial tomando as fábricas, Alinsky percebeu que o verdadeiro campo de batalha do século XX seria a cultura, as instituições, as comunidades locais e, acima de tudo, a linguagem. Seu método era simples e diabolicamente eficaz: identificar o alvo, isolá-lo, ridicularizá-lo, polarizá-lo e, por fim, destruí-lo moralmente até que ele capitulasse ou fosse substituído. “O fim justifica quase todos os meios”, escreveu ele, citando abertamente Lênin e Maquiavel. Para Alinsky, a verdade era irrelevante; o poder era tudo. O conservadorismo, com sua defesa da família, da propriedade, da religião e da nação, era o inimigo natural — não porque fosse opressor, mas porque representava ordem, continuidade e limite ao arbítrio do revolucionário. Seus discípulos mais famosos não são figuras periféricas; são os arquitetos do poder americano do século XXI. Hillary Clinton, ainda estudante em Wellesley, escreveu sua tese de graduação inteira sobre Alinsky — “There Is Only the Fight” — e manteve correspondência com ele, recusando apenas no último minuto um emprego como organizadora comunitária para seguir o caminho mais convencional da elite. Barack Obama, antes de ser senador, foi exatamente isso: organizador comunitário em Chicago, ensinando as táticas de Alinsky porta a porta, transformando igrejas negras em células de agitação e usando o ressentimento racial como combustível político.