Post by Carolina Martins

Mulher mais seguida do LinkedIn na América Latina | LinkedIn para Executivos | Founder Led Growth | Thought Leadership | Palestrante

Trabalho presencial custa caro. Ninguém faz essa conta, né? Segundo uma pesquisa feita pela Futuro Labs, o trabalho presencial não só adiciona mais tempo gasto na rotina dos colaboradores, como também aumenta suas despesas. Mesmo com os benefícios, o trabalho presencial pode chegar a custar aproximadamente 25% do salário-mínimo para trabalhadores. Os valores pagos em benefícios pelas empresas são insuficientes para custear os gastos mínimos exigidos com o trabalho fora de casa, com itens como alimentação, locomoção e até mesmo vestimenta. Segundo a CEO da Futuro Labs, o estudo mostra que, em média, os desembolsos das empresas duram 60% do mês, ou seja, 40% saem do bolso do trabalhador, que geralmente não faz essa conta quando precisa comparar uma oferta de trabalho presencial vs remoto. O levantamento estatístico considerou os custos em 6 capitais do Brasil: São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Fortaleza e Recife, aplicando o preço médio com carro, gasolina, trânsito, comida fora de casa, ônibus e metrô. E se engana quem pensa que os gastos extras são somente para o colaborador… a empresa também tem mais custos com o trabalho presencial: aluguéis, manutenção do espaço, café, água, energia, equipamentos, etc. A pergunta é: se existe a possibilidade do trabalho ser feito em casa e é melhor para o profissional e para a empresa… porque muitos CEOs ainda defendem com unhas e dentes o modelo presencial?

Post content