Post by ARTERESTAURO.BR

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Em 1987, em um ferro velho de um bairro de Goiânia, foi aberta uma cápsula que havia sido abandonada no antigo prédio do Instituo Goiano de Radioterapia. Na cápsula, foi encontrado o que parecia ser um sal de cor azul que brilhava no escuro, o qual encantou os moradores locais. Contudo, o “sal” era, na verdade, cloreto de Césio-137, um elemento químico resultante da fissão de urânio ou plutônio e que emitia radiações do tipo gama – o mais tóxico. Em decorrência da proliferação da substância e da demora dos profissionais em identificá-la, pessoas que tiveram contato direto adoeceram e faleceram em questão de dias, semanas e meses, e muitas outras carregaram doenças degenerativas por anos, sendo este o maior acidente radioativo do mundo ocorrido fora de uma usina nuclear. #arterestauro #arterestaurobr

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