Post by Marcos Ferreira
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O currículo dos "companheiros" do PT acaba de ganhar uma atualização que deixa qualquer especialista em gerenciamento de crise de queixo caído. Conheçam a história de Senival Moura, o vereador de cinco mandatos em São Paulo que transcendeu a política tradicional e operou o milagre da "diplomacia do crime". O sujeito conseguiu ser condenado à morte pelo "tribunal do crime" do PCC em 2020, após sumir com R$ 15 milhões da facção em um esquema na empresa de ônibus Transunião. Qualquer mortal viraria estatística. O braço direito dele foi executado. Mas o nosso nobre parlamentar? Poupado! E sabe por quê? Não foi por inocência. Segundo o Ministério Público, o PCC percebeu que ele era útil demais vivo. O homem tinha o "capital político", a influência na máquina pública e a chave dos cofres de contratos que movimentaram mais de R$ 300 milhões em 2025. O crime organizado fez uma auditoria interna e concluiu: para que matar o petista se o mandato dele financiava caixa dois e garantia os repasses públicos da prefeitura para a facção? É o verdadeiro "rouba, mas faz... para o crime". Agora o vereador foi preso na Operação Última Parada. O patrimônio do homem explodiu de forma inexplicável, com direito a carros, lanchas e imóveis de luxo com a família. Enquanto isso, a nota oficial do PT diz aquela velha frase pronta: “não compactuamos com o crime organizado”. Claro, institucionalmente não há condenação do partido. Mas como o próprio meio político e a segurança pública questionam: o sujeito está há décadas no partido, operando ônibus do PCC na Zona Leste, e ninguém na sigla desconfiou de nada? O amor venceu, e pelo visto, o crime organizado também agradece a parceria estratégica na maior cidade do país.