São Paulo, Brazil
Trabalhando em agências desde 1992 — quase sempre como redator —, participei da criação de campanhas para marcas como Fiat, Claro, Extra Hipermercados, Aché, Sanyo, Singer, Wizard, Dafra, entre outras. Em 2007, passei a sócio-diretor de criação da Ígnea Comunicação, agência de propaganda de Campinas (São Paulo), cujo posicionamento criativo-estratégico é No*Nhenhenhém, a minha cara e o meu o jeito no dia a dia. Mas o mundo dá voltas: depois de sete anos, voltei à DMC. Em março de 2011, fui convidado pela jornalista Aurea Regina de Sá a fazer parte do corpo docente da Comunica Cursos para ministrar o curso de redação publicitária chamado "Desafiando o Fantasma do Papel em Branco".
Posso dizer que iniciei minha etapa profissional da carreira de redator nesta agência. Depois de 12 anos e sete meses, saí como Diretor de Criação (pra mim, chega a ser emocionante, sem ironias). A DMC foi praticamente minha escola, principalmente na criação para contas de grande varejo, como montadora de automóveis (Fiat), telefonia (Claro) e hipermercados (Extra).
Estava ainda no primeiro semestre da faculdade de propaganda quando comecei a trabalhar na PG (que na época se chamava Tomorrow). Era o começo da arte gráfica manipulada em PCs. Foi meu primeiro emprego em agência e a única chance de entrar sem ter experiência era como operador de computador. Depois de alguns meses, passei a escrever alguns textos e no final da temporada na agência cheguei a acumular as duas funções: designer gráfico e redator.